A Disney, nova detentora do universo de Star Wars, anunciou uma nova série animada chamada Star Wars Rebels, que será lançada em 2014 no Disney Channel. A série irá contar a história do que aconteceu entre o Episódio III e o Episódio IV da saga, focando em como os Jedi foram exterminados. O legal é [...]
Na adaptação da saga japonesa (desenhada por Frank Miller e escrita por Chris Claremont em 1982), Wolverine viaja ao Japão em busca de ajuda. Humilhado em frente ao seu novo amor, Logan inicia um embate interno contra sua dualidade (homem x fera)… e toma um pau de vários ninjas. Mais legal que o trailer novo [...]
Qual criança nunca imaginou ter super-poderes? Voar por aí, desaparecer, levantar carros e arrancar árvores do chão como se fossem uma mera flor? Ou então, invocar tempestades, ter uma mão elástica ou quem sabe, ser mais rápido que a velocidade da luz? Ser um verdadeiro super-herói. Eu já quis, e muitas vezes ainda quero. E percebo que não estou só.
Quantas pessoas não têm vontade de simplesmente desaparecer? Sumir nos momentos mais difíceis? Talvez todos nós. E o problema é que este poder ainda não nos foi concebido pela natureza. Em compensação, descubro que dentro de nós há outra habilidade tão especial quanto o super-poder do desaparecimento. Há uma força maior que tudo. Não importa qual seja a situação, podemos sempre invocar essa super-força que nos faz seguir em frente sem fraquejar.
São nas dificuldades que nossos reais super-poderes aparecem. Vencemos o medo, as fraquezas, a raiva, as sombras, as dúvidas, a ansiedade e muitas vezes nós mesmos. Todos temos uma versão Bizarra de nós mesmos que vive em um mundo paralelo ao nosso, travando uma luta incessante contra nosso lado mais puro. O Bizarro revela nosso lado escuro, nossa raiva, nossas angústias, inveja, impaciência e tudo aquilo que suga nossa força interior, levando-nos a caminhos tortuosos e verdadeiras armadilhas capazes de nos fazer sucumbir.
Os arqui-inimigos estarão sempre à solta e o Bizarro aguardando baixarmos nossa guarda. Mas quem é herói não se deixa vencer tão fácil. Dentro de nós existe essa força, uma luz eterna que nos faz pulsar e lutar. E o melhor: vencer.
Heróis são que vencem a hipocrisia do mercado profissional, que derrubam o medo de criar sozinhas seus filhos, que silenciam diante do orgulho ignorante, que planejam suas vitórias no bem e no respeito, que curam suas dores com a felicidade, que engolem os impostos injustos e mesmo assim constroem histórias de sucesso, que ignoram a imoralidade corrupta deste país e acreditam no trabalho diário.
A vitória é nata para quem sabe ser herói.
Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.
Ah, a parceria dos Avengers com a Harley Davidson continua dando bons frutos. A Marvel acaba de divulgar o primeiro Digital Comics, com os Vingadores bem equipados. Vale a leitura. Aqui.
Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.
Um dos meus ilustradores contemporâneos favoritos, Scott Campbell (Scott C.), também fez sua homenagem aos Vingadores com este desenho lindão onde o Hulk rouba a cena – embora todos também estejam ótimos. Algo parecido com o que acontece nas telas, não é? ;)
“Os Vingadores” já é um sucesso absoluto de bilheteria. No Brasil, esta foi a estreia de maior faturamento em toda a história, arrecadando nada menos que R$ 21, 7 milhões (!).
Se você ainda não assistiu, corre que o filme está te esperando cheio de boas atuações, diálogos que já são épicos, cenas de ação que merecem ser vistas em 3D e, claro, muito senso de humor. É diversão garantida.
Fabiane Secchescuradora, editora e autora da confeitariamag.com
O Comics Alliance convidou o artista Chris Haley e o colorista Daniel Butler para imaginarem como seria o visual dos Vingadores caso o filme tivesse sido lançado nos anos 1980. O resultado é o Tony Stark usando sua armadura conhecida como Centurião Prateado, o Agente Americano no lugar do Capitão América, Beta Ray Bill substituindo o Thor, Viúva Negra de uniforme cinza, Gavião Arqueiro em uma espécie de armadura, além de um Nick Fury mais tradicional e o melhor: Hulk Hogan no lugar do Golias Esmeralda.
Bruno Taurinhoé jornalista. Acredita que a verdadeira Trindade é formada por Stan Lee, Jack Kirby e Steve Ditko.
No último SXSW a Marvel anunciou um monte de novidades, entre elas sua nova marca “Marvel Infinite Comics” (acima), e também seus personagens e histórias transbordando para novas tecnologias, como a realidade aumentada (nesse post do Gustavo Giglio).
O fato é que hoje essa é a empresa de entretenimento que está fazendo avanços mais significativos no sentido de integrar personagens e mídias. Primeiro foi a experiência, até então muito bem sucedida, de criar filmes interligados de super-heróis, levando pela primeira vez a lógica dos quadrinhos para o cinema. Ainda não vi Avengers e estou louco para ver o resultado.
Depois vieram essas notícias do SXSW, que pipocaram nas últimas semanas. Mas, pra mim, a realidade aumentada do vídeo aí em cima é só pirotecnia. Muito bacana, não tem como não se encantar, mas é o tipo de truque que só funciona uma vez.
A coisa vai ficar séria mesmo quando eles começarem a integrar as histórias nas novas tecnologias. Por exemplo, imagine uma saga em capítulos onde o primeiro você lê, o segundo você joga, o terceiro você assiste, e por aí vai. Os tablets permitem isso com alguma facilidade, mas não necessariamente é preciso ter um.
Já li por aí que há planos de integrar o universo do quadrinhos com o do cinema. Por exemplo, se um personagem morre no papel, ele estará morto no próximo filme, e vice-versa. Mas isso, por enquanto, é pura especulação.
O que não é especulação é ver que a Marvel entendeu bem que seu negócio não é vender gibis, mas sim contar histórias, independentemente de onde elas estejam, e de forma que uma mídia se relacione com a outra, fazendo com que a soma seja maior que as partes. Aliás, não por acaso esse é o raciocínio de uma plataforma transmídia.
E, também não por acaso, dá para usar isso como analogia do que não está acontecendo com duas indústrias que andam bastante perdidas: o jornalismo e a publicidade.
BrunoDesde pequeno um entusiasta das boas histórias. Professor de storytelling e transmídia na ESPM.
Tudo bem, vai. Uma torrada com ideias inusitadas e um guaxinim ingênuo, juntos, pode ser demais até para a imaginação mais fértil.
Nessa adorável animação, “Peak Condition, de Laure Jane Favela, os dois contracenam em um formato de programa de entrevistas, recheado de momentos nonsense
Em sua bio, Laure faz um convite tentador: “Are you weird? Let’s be weird together!”
É só clicar no play e vamos lá. ;)
Fabiane Secchescuradora, editora e autora da confeitariamag.com
Não serei hipócrita. Já fui muito viciado em Mafia Wars por um tempo e hoje, de vez em quando, ainda me deixo levar por uma ou outra onda de jogos do Facebook. Meu mais novo passatempo é o jogo do Avengers, cuja foto estampa o post.
Mas, agora que já fiz a mea culpa, vamos à crítica. Cada vez mais tenho a sensação de que a maioria desses jogos são arquitetados para viciar o jogador por um sistema de pouco esforço e muita recompensa e, gradualmente, conforme se chega em níveis superiores, a balança inverte, sendo preciso muito esforço para pouca recompensa.
Essa é a hora em que as empresas responsáveis passam o chapéu. Quer mais energia? Pague. Quer mais itens? Pague. Quer aquele personagem especial? Pague.
A princípio não há nada de errado com esse modelo, afinal, ninguém é obrigado a jogar essas coisas, certo? Certo.
Mas, pensando pelo ponto de vista do jogador, esse sistema pode ser bastante irritante. E, com o tempo, vai sendo percebido como desonesto. A ponto de hoje eu perceber que muitos dos meus amigos que jogavam essas coisas pararam totalmente.
Então eles cresceram, tomaram vergonha na cara, e pararam de jogar videogames em geral? Claro que não. É o modelo de negócios, estúpido!
Quando você compra um jogo de console tradicional, ou até certos jogos para celular, se paga um X (que pode variar de 1 a 200 reais) e em troca se recebe um número Y de horas de diversão. O jogo pode ser bom ou ruim, mas o comprador tem uma noção do quanto está gastando e o que está recebendo em troca. Não tem muito como sair do controle.
O que irrita nos jogos de Facebook é que eles funcionam de uma forma completamente oposta. Depois de já ter investido horas em um jogo e ver que as coisas não avançam muito se você não comprar mais energia, o nível da vontade de sacar o cartão de crédito aumenta exponencialmente. E para quê?
Por um item que terá um efeito adicional relativamente baixo ou mais energia, que deverá durar mais meia hora de jogo. E depois volta-se ao mesmo ponto de antes, sem muita noção de quando o jogo acaba (se acabar) e de qual foi o real ganho com aquela compra.
Tenho a impressão de que a relação custo/benefício desses jogos ainda é muito ruim. Mais vantagem comprar um jogo “de verdade”, por mais caro que seja, do que gastar progressivamente, meio sem perceber, nesses joguinhos de Facebook.
Tenho alguns amigos que trabalham nessa indústria e sei que há certos perfis de consumidores com tickets médios expressivos. Gente que gasta alguns milhares de reais todo mês comprando esses itens. A teoria do “homo economicus” que a gente aprende nas aulas de economia, em que as pessoas investem seus recursos de forma racional, nem sempre acontece na realidade.
BrunoDesde pequeno um entusiasta das boas histórias. Professor de storytelling e transmídia na ESPM.
Post publicado ontem no Plush Blush, o lado feminino do Update or Die.
O sucesso do filme “Os Vingadores” ultrapassou o universo dos quadrinhos e do cinema faz tempo. De brinquedos infantis a revistas de todos os temas, o assunto parece onipresente.
Um dos exemplos é a edição de maio da revista Vogue US, que traz Scarlett Johansson em capa e ensaio belíssimos. Scarlett, como todos sabem, interpreta a Viúva Negra no filme. É a única mulher do super time – que agora você já pode ver nas telonas.
Para o editorial da Vogue, Grace Kelly inspirou o styling. Scarlett está loira novamente e posou ao lado de ninguém menos que o ator Mark Ruffalo (seu amigo Hulk).
As fotos – do grande Mario Testino – estão tão estilosas que a gente precisa mostrar um aperitivo para vocês.
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