Em maio, pós lançamento do Homem de Ferro 3, a Marvel vai dedicar as capas de suas HQs para homenagear o Vingador Dourado. Só coisa cascuda:
Em maio, pós lançamento do Homem de Ferro 3, a Marvel vai dedicar as capas de suas HQs para homenagear o Vingador Dourado. Só coisa cascuda:
Acabou. A terceira temporada de The Walking Dead chegou ao fim, deixando mais decepções do que saudade. Se você gostou, fico feliz por você. Mas eu vou voltar para as HQ’s, que é um lugar quentinho no qual posso me refugiar (mentira, é bem sangrento, na verdade).
O que será que o criador dos quadrinhos, Robert Kirkman, achou do final? Se você ainda não viu o último episódio, cuidado, tem spoilers depois do jump. E também uma pincelada do que será a quarta temporada. E também um vídeo do David Morrisey falando como foi interpretar o Governador.
Notícia quentinha e muito bacana: A Disney acaba de anunciar “Procurando Dory”, a continuação de “Procurando Nemo” para o dia 25 de novembro de 2015.
Quando Dory disse “continue nadando” no filme vencedor do Oscar de 2003, ela não poderia ter imaginado o que a aguardava (não que ela fosse capaz de se lembrar). Ellen DeGeneres, a voz da gentil, porém esquecida peixinho azul, revelou detalhes sobre “Procurando Dory”, com cutucadinha e tudo…
“Eu esperei por este dia por muito, muito, muito, muito tempo. Não estou zangada que tenha demorado tanto. Eu sei que as pessoas na Pixar estavam muito ocupadas criando Toy Story 16. Mas o tempo que eles demoraram valeu a pena. O roteiro é fantástico. E tem tudo que eu adorei no primeiro filme: muita emoção, é realmente engraçado e a melhor parte é que — tem muito mais Dory.” disse DeGeneres.
O diretor e veterano da Pixar, Andrew Stanton, leva o público de volta ao extraordinário mundo submarino criado no filme original. “Não existe Dory sem Ellen”, afirma Stanton. “Ela conquistou o coração do público de cinema em todo o mundo — sem mencionar a nossa equipe aqui na Pixar. Uma coisa em que não conseguíamos parar de pensar era por que Dory estava totalmente sozinha no oceano no dia em que encontrou Marlin. Em ”Procurando Dory”, ela voltará a se reunir com seus amigos queridos e aprenderá algumas coisas sobre o significado de família ao longo da jornada.”
O filme passa cerca de um ano após o primeiro filme, e traz de volta alguns favoritos: Marlin, Nemo e a turma do aquário, entre outros. Parcialmente ambientado na costa da Califórnia, a história também dá as boas-vindas a vários novos personagens, incluindo alguns que provarão ser parte importante da vida de Dory.
Que 2015 chegue logo!
Capitão América: Winter Soldier:
Guardiões da Galáxia:
Olha que notícia terrível para quem não consegue desgrudar de joguinhos viciantes para celular: a Gameloft anunciou que irá lançar para iOS e Android o game do Iron Man 3. O lançamento é no dia 25 de abril, véspera da estreia do filme. Ou seja: vai dar para matar o tempo esperando as últimas horas para Iron Man 3… jogando Iron Man 3!
A jogabilidade lembra Temple Run (quem nunca ficou horas imerso nesse jogo desviando de obstáculos e pegando moedinhas à medida que a velocidade aumenta, hein?), com o Homem de Ferro voando em alta velocidade por vários cenários atrás do Mandarin. O herói também precisa destruir robôs, atirar em inimigos e desviar de mísseis pelo caminho. O que vai ser difícil é desviar a atenção desse jogo.
Quem é aquela figura encapuzada, de espada na mão com dois zumbis mutilados a tiracolo? Se você ainda não conhece, saiba apenas que você está diante de uma das personagens mais duronas dos quadrinhos na atualidade.
Assim como a katana, que é forjada com muitas pancadas, Michonne foi forjada através da dor. E, assim como a espada que usa para aniquilar os errantes em The Walking Dead, Michonne é implacável.
Para entender porque essa personagem é tão forte, é preciso ir além da comparação entre os quadrinhos e a série de TV, que são fundamentalmente diferentes. Nos quadrinhos, Michonne ganhou uma profundidade maior, até porque o formato da história permitiu, entre outras coisas difíceis de se conseguir na TV, desenvolver melhor a personagem. No seriado, Michonne surgiu como uma “sidekick” para Andrea, e, logo depois, uma arma a ser usada por Rick. Mas o que faltou de protagonismo em Michonne no seriado, foi compensado em atuação por Danai Gurira.

Apesar dessas diferenças entre quadrinhos e seriado, é possível ver a Michonne como um todo. Ela é a encarnação do mito do guerreiro solitário, que já vimos em tantas histórias. Um herói que, por algum motivo, é afastado ou se afasta do convívio humano e precisa dar conta de sobreviver sozinho, passando por diversas provações — e uma delas, inevitavelmente, é (re)aprender a viver em grupo. E em uma história apocalíptica como The Walking Dead não podia faltar esse tipo de personagem.
Michonne era uma advogada antes do mundo ser tomado por errantes. Ela conseguiu se refugiar em casa com o namorado e com um amigo dele — o namorado tinha acabado de ser mordido e ninguém sabia ainda que isso o faria se tornar um deles. Michonne saiu à procura de armas para se defender e encontrou as espadas que o filho do vizinho colecionava. Ao retornar, encontrou o namorado e o amigo transformados em zumbis. Ela os trancou, sem saber o que fazer. Mas logo encontrou uma utilidade para os dois. Cortando seus braços e mandíbulas, ela conseguiu impedir que a atacassem, enquanto os usava para passar sem ser notada entre hordas de errantes. E assim começou sua trajetória como sobrevivente: fazendo o que fosse possível para continuar viva.
Mas Michonne nos lembra que a sobrevivência custa caro. Acometida por uma espécie de estresse pós-traumático, Michonne conversa sozinha, como se estivesse falando com o fantasma do namorado. Ela chega a admitir para Rick que essas conversas imaginárias impedem ela de surtar — como se fosse possível manter a sanidade tendo sobrevivido a tanta coisa.
Tanto sofrimento endureceu Michonne. Mas isso também foi determinante para sua sobrevivência; só sua espada não seria suficiente para defendê-la. “[Raiva] é uma emoção com a qual ela está confortável, porque, para algumas pessoas com um distúrbio de estresse pós-traumático, é assim que se ela se sente mais empoderada. Através da raiva”, diz Danai Gurira em entrevista.
Há um momento emblemático da personagem nos quadrinhos. Torturada e abusada de forma cruel pelo Governador, Michonne começa a chorar. Quando seu algoz questiona esse momento de fraqueza, ela responde: “eu não estou chorando pelo que você está fazendo comigo. Eu estou chorando por imaginar o que vou fazer com você depois.”

E é aí que Michonne nos lembra que The Walking Dead não é uma história sobre zumbis. Porque não é aos errantes que ela tem que sobreviver: é a suas próprias fragilidades. E ao acompanhar a jornada de Michonne, vemos que estamos diante de bem mais que uma espadachim talentosa. É a jornada de uma mulher negra para transformar toda a sua dor na arma para sobreviver a um mundo hostil — e se empoderar diante dele.
Um achado! O primeiro anúncio de um livro do Ursinho Pooh (não é mais Puff… alinhamento global de nomes, assim como nosso amigo Kermit, ex-Caco e a Tinkerbell, ex-Sininho). Lindo o anúncio.
Ele atormentou o Homem de Ferro durante décadas; mais do que merecido ganhar um papel de destaque na terceira adaptação cinematográfica do herói. Ele é Mandarin, e nos cinemas será interpretado por Ben Kingsley, que, em entrevista recente, disse ter preferido não ler os quadrinhos para não ter um modelo para copiar, e, assim, apresentar algo mais original. “É melhor interpretar uma peça de Shakespeare fresco do que já tê-la feito 20 vezes”, declarou Kingsley.
Então o que Kingsley não soube através dos quadrinhos? Que o Mandarin é filho de uma nobre inglesa com um dos homens mais ricos da China pré-revolução, que se diz descendente direto de Genghis Khan. Que seus pais morreram muito cedo e ele gastou toda a fortuna de sua herança no treinamento de artes marciais. Que não podendo pagar os impostos sobre as propriedades de sua família, foi despejado junto com sua tia, que morreu pouco depois.
Sem teto, vagou pelo Vale dos Espíritos, lugar que não recebia visitantes há séculos. Lá, Mandarin encontrou o esqueleto de uma forma de vida alienígena e sua espaçonave. Nascia um vilão: Mandarin estudou toda a ciência Maklu e encontrou na nave dez anéis de poder que aprendeu a dominar. Seu desejo era conquistar o mundo como forma de se vingar da civilização que o fez ir à falência com tantos impostos (isso mesmo, um vilão “classe média sofre”!).
Logo Mandarin se tornou poderoso demais até mesmo para o exército chinês, e só não conseguiu dominar o mundo por completo porque o Homem de Ferro se pôs em seu caminho para salvar a humanidade.
Os anéis alienígenas são a fonte de seu poder e cada um dá ao vilão um tipo de controle: gerar paralisia mental ou ilusões, disparar descarga elétrica direcionada, lançar chamas, manipular energia eletromagnética, criar escuridão com matéria negra, lançar raios desintegradores e mais um monte de coisas que você vê na imagem abaixo:

Nos quadrinhos, o primeiro encontro entre o Mandarin e o Homem de Ferro foi quando o herói foi enviado para a China em missão ordenada pelo exército americano e pela CIA. Não sabemos se será assim no filme que vem aí, mas já dá para saber que uma coisa será diferente: nos quadrinhos, o Mandarin tenta a todo custo revelar a identidade do Homem de Ferro, que ele sabe que é o industrialista Tony Stark; coisa que não vai rolar no filme, já que Tony Stark, louco por holofotes, já mandou sua identidade secreta para as cucuias.
Em 2007, os produtores de Iron Man chegaram a anunciar que o vilão do primeiro filme seria o Mandarin, mas eles acabaram mudando de ideia bem antes de começarem as filmagens. Foi Shane Black, o diretor de Iron Man 3, que resgatou a ideia e achou que seria uma boa trazer o Mandarin como antagonista, por ser uma figura assustadora e ameaçadora, de um jeito meio “Osama Bin Laden”. E então Ben Kingsley foi escolhido para dar cara ao vilão.
“Tá”, você pode se perguntar, “mas nos quadrinhos o Mandarin não é chinês? Por que escolher o Ben Kingsley?” Também estranhei, já que o máximo que o ator tem de chinês é uma ascendência indiana (ou seja, nada). Mas os produtores têm a resposta na ponta da língua. O Mandarin dos cinemas representaria cada tipo de terrorista, de certa forma, já que ele se moldou à maneira de um senhor da guerra, e não seria preciso se apegar a um estereótipo “Fu Man Chu” para representar o personagem.
“Nós não estamos dizendo que ele é chinês, estamos dizendo que, na verdade, ele colocou em torno de si essa capa cheia de símbolos chineses e dragões porque isso representa sua obssessão com Sun Tzu e as ancestrais artes da guerra que ele estudou”, defendeu o diretor.
Se essa mistura de “diretor que transformou um personagem chinês em um não-chinês” mais “ator que não leu os quadrinhos” mais “vilão com poderes alienígenas” dará certo, só assistindo o filme para saber. E falta pouco para os fãs descobrirem o tamanho da ameaça que o Mandarin vai representar para o Homem de Ferro dos cinemas.
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